K’iche e Kaqchikel: a escrita dos documentos maias no século XVI na região das terras altas da Guatemala

Esta dissertação tem como objetivo analisar, através dos discursos históricos produzidos pelas elites indígenas maias, o que pode ter as motivado a reescrever sobre seu passado durante o período colonial. Para refletir sobre tal objetivo, iremos utilizar dois documentos maias produzidos durante o pe...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Monte, Karina Aparecida Avelino
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/20105
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20105
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:História
Maia
Identidade
Grupo étnico
Indígenas
Mayan
Identity
Ethnical Group
Indigenous
Descripción
Sumario:Esta dissertação tem como objetivo analisar, através dos discursos históricos produzidos pelas elites indígenas maias, o que pode ter as motivado a reescrever sobre seu passado durante o período colonial. Para refletir sobre tal objetivo, iremos utilizar dois documentos maias produzidos durante o período colonial: o Título de Totonicapan e o Memorial de Sololá, o primeiro escrito pela linhagem dos k’iche, e o segundo pela linhagem kaqchikel. Pensando nisso, e na transformação na qual se dava o discurso indígena, pois ele estava muito atrelado ao poder, nossa hipótese inicial é a de que esses documentos foram instrumentos não só para reafirmar a existência desses nativos, mas também uma forma de conservar características de suas identidades étnicas, bem como da linhagem governante no poder. Além disso, acreditamos que esses documentos serviram como instrumento de legitimação da posse de terra.