Formação coorbital com a terra e origem de theia

A hipótese atualmente mais aceita da origem da Lua, é a de ela ter se formado a partir de restos gerados por uma grande colisão entre a proto-Terra e um proto-planeta de tamanho similar a Marte, conhecido como Theia. Simulações mostraram que pode-se reproduzir a falta de ferro na Lua, as massas da T...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Luiz, André Amarante [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/91800
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/91800
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Astronomia
Lua
Mecânica celeste
Astronomy
Descripción
Sumario:A hipótese atualmente mais aceita da origem da Lua, é a de ela ter se formado a partir de restos gerados por uma grande colisão entre a proto-Terra e um proto-planeta de tamanho similar a Marte, conhecido como Theia. Simulações mostraram que pode-se reproduzir a falta de ferro na Lua, as massas da Terra e Lua, e o momento angular atual do sistema Terra-Lua. Para tal, a colisão deve ter ocorrido de modo peculiar. Assim sendo, foi proposto que os corpos Terra e Theia seriam coorbitais, de modo que a velocidade de impacto seria baixa. Tendo isto em vista, em nosso trabalho nos propusemos a estudar o processo de acresção de massa, como um possível mecanismo de formação de planetas coorbitais à Terra. O trabalho se divide em duas partes principais. Em um primeiro momento tentamos reproduzir o cenário da teoria descrita no primeiro parágrafo, ou seja, estudamos a possibilidade de formação de um corpo com massa D similar à de Marte e que seja coorbital com a Terra. Os presentes resultados das simulações numéricas mostram ser improvável a formação de um corpo com massa D e que seja coorbital com a Terra. Na segunda parte do trabalho estudamos a possibilidade de formação de Theia e da proto-Terra seguindo um perfil de densidades. Os resultados das simulações numéricas do modelo não levaram à formação de corpos com massas 1,0 C e 1,0 D, mas houve a formação de corpos de massa menor (t 0,6C). Isso mostrou que o modelo adotado é promissor, e então, ajustes de parâmetros e inserção de planetas similares a Júpiter e Saturno no sistema foram implementados. Os resultados dessas últimas simulações mostraram ser possível a formação da Terra e de Theia, mas com velocidades relativas de colisão 2 vezes maior do que a esperada (¤ 4km/s)