Avaliação da distância entre os forames mentonianos, através de mensurações horizontais em radiografias oclusais e panorâmicas
Nas cirurgias para a colocação de implantes dentários, na região anterior da mandíbula os forames mentonianos delimitam a extensão da área cirúrgica, constituindo-se, na prática, no principal fator para o estabelecimento do número total de implantes a serem colocados nessa região, sendo que o diagnó...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufms.br:123456789/1698 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1698 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Ampliação Radiográfica Forame Mentual Implantes Dentários Radiografia Panorâmica |
| Resumo: | Nas cirurgias para a colocação de implantes dentários, na região anterior da mandíbula os forames mentonianos delimitam a extensão da área cirúrgica, constituindo-se, na prática, no principal fator para o estabelecimento do número total de implantes a serem colocados nessa região, sendo que o diagnóstico por imagem é uma das etapas mais importantes para um correto planejamento cirúrgico. As radiografias oclusais, por serem realizadas no consultório, podem ser utilizadas previamente para verificar se o guia radiográfico/cirúrgico, com os marcadores radiopacos, estão localizados entre os forames mentonianos, onde se pretende colocar os implantes. Caso os marcadores radiopacos estejam fora da área, podemos reposiciona-los até que se consiga um posicionamento ideal, antes de solicitarmos exames radiográficos complementares. O propósito desse trabalho foi analisar as medidas horizontais da distância entre os forames mentonianos nas imagens obtidas a partir de radiografias oclusais e panorâmicas e estabelecer como a magnificação dessas imagens se comporta. Para a realização desta pesquisa, foram utilizadas quatro mandíbulas humanas secas, preparando-se a região a ser estudada com fios de Cromo-Níquel (Cr-Ni), de 0.90 mm de diâmetro, dobrados de acordo com a curvatura (arco) e comprimento do rebordo vestibular na região anterior da mandíbula entre os forames mentonianos. As radiografias oclusais foram realizadas em três aparelhos radiográficos diferentes e as radiografias panorâmicas realizadas em um único aparelho panorâmico. Os resultados, analisados estatisticamente mostraram que as radiografias oclusais apresentaram uma menor ampliação horizontal, em torno de 7,5 a 8,5%, com valores pouco dispersivos em relação a sua média; a ampliação horizontal nas radiografias panorâmicas variou entre 9,4 a 28%, com uma média de 17,85%, dados insuficientes para avaliar o conjunto, pois os valores são dispersos e assimétricos. Conclui-se que as duas técnicas produziram imagens radiográficas com um nível de distorção bastante significativo em relação à medida real dos objetos e referências anatômicas estudadas. |
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