Risco climático de quebra de produtividade da cultura do feijoeiro em Santo Antônio de Goiás, GO.
A caracterização de riscos climáticos para algumas culturas tem sido feita com modelos de simulação e para a cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) tem-se utilizado o CROPGRO-Dry Bean. Esse modelo calibrado e testado para a região de Santo Antônio de Goiás, GO, foi utilizado na análise de risc...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/211704 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/211704 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bean Modelo CROPGRO-Dry Bean Feijão Phaseolus Vulgaris Risco Climático |
| Sumario: | A caracterização de riscos climáticos para algumas culturas tem sido feita com modelos de simulação e para a cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) tem-se utilizado o CROPGRO-Dry Bean. Esse modelo calibrado e testado para a região de Santo Antônio de Goiás, GO, foi utilizado na análise de risco climático de quebra relativa de produtividade da cultura naquela região. Para as simulações utilizou-se a série de dados climatológicos (1978 a 1998), as características físicas, químicas e hídricas do solo local (Latossolo Vermelho perférrico), e o módulo "seasonal" do DSSAT 3.5. Foram feitas simulações para a região, a fim de se obter as produtividades potencial (Yp, sem restrição de água no solo) e real (Yr, com restrição dependente das chuvas) da cultivar Carioca. A quebra de rendimento, definida por Q(%) = [1 - (Yr/Yp)].100, foi calculada para cada uma das 36 épocas de semeadura simuladas ao longo do ano, nos 21 anos avaliados, sendo convertidas em freqüência relativa para análise dos resultados. Obteve-se Q > 50% na semeadura da "seca"; Q = 34%, em média, na semeadura das "águas"; e Q > 95%, na semeadura de "inverno". Esses resultados enfatizam a necessidade de irrigação suplementar nas semeaduras da "seca" e das "águas", e durante todo o ciclo, nas semeaduras de "inverno". |
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