Impactos da pandemia da COVID-19 na saúde mental de idosos de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Guanambi, Bahia, Brasil

Objetivo: determinar os impactos da pandemia da COVID-19 na saúde mental dos idosos de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Guanambi, Bahia, Brasil. Método: Trata-se de um estudo quantitativo de corte transversal, realizado no segundo semestre de 2022, em que foram analisados dados relacionados a pa...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mendes, Lavinny Rios Vilas Boas, Souza , Lays Araújo Rocha, Paca, Mikaelly Martins, Novaes, Juliana Souto, Domingues, Erika de Matos, Celestino, Anna Lhorena Brant, Sampaio Filho, Hernan Carlos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/44071
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/44071
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pandemia
Idosos
COVID-19
Saúde mental.
Ancianos
Salud mental.
Pandemic
Seniors
Mental health.
Descripción
Sumario:Objetivo: determinar os impactos da pandemia da COVID-19 na saúde mental dos idosos de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Guanambi, Bahia, Brasil. Método: Trata-se de um estudo quantitativo de corte transversal, realizado no segundo semestre de 2022, em que foram analisados dados relacionados a pandemia da COVID-19 coletados por meio de um questionário autoaplicado, assim como de sintomas depressivos e ansiosos-fóbicos investigados por meio da Escala de Depressão Geriátrica (GDS) e do Inventário de Ansiedade Geriátrica (GAI). Os dados foram analisados por estatística descritiva e análise bivariada por ANOVA e Test T de Student. Resultados: A amostra conteve 42 idosos, a maioria deles não teve COVID-19 (78,6%), entretanto 66,7% tiveram familiares diagnosticados e 61,9% perderam alguém conhecido pela doença. De modo geral, pontuaram baixo na GDS e no GAI, com uma média de 3,54 ± 2,49 na GDS e de 6,57 ± 5,82 no GAI. A perda de alguém conhecido por COVID-19 esteve associada a uma maior prevalência de sintomas ansiosos no GAI (p valor 0,003). O sexo, nível de escolaridade, renda familiar mensal, necessidade de atendimento médico, perdas econômicas na pandemia e a presença de comorbidades no momento do diagnóstico de COVID-19 não pareceram estar associadas à sintomas depressivos e ansiosos. Conclusão: a perda de conhecidos pela COVID-19 esteve associada ao desenvolvimento de sintomas depressivos e, principalmente, ansiosos. As perdas econômicas decorrentes da quarentena não pareceram influenciar sobre a prevalência de sintomas psiquiátricos.