Jardim cerrado: um trânsito para a identidade
Este trabalho propõe-se a examinar a obra Jardín cerrado (1946) de autoria do poeta espanhol Emilio Prados, exilado no México. Tem por objetivo apontar o jardín cerrado como um território de busca da identidade do sujeito lírico, onde se realiza um deslocamento simbólico que é associado ao processo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-15102015-132939 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8145/tde-15102015-132939/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Emilio Prados Exile Exílio Exílio republicano espanhol Identidade Identity Literatura espanhola do exílio Poetic Poética Spanish exile literature Spanish Republican exile |
| Sumario: | Este trabalho propõe-se a examinar a obra Jardín cerrado (1946) de autoria do poeta espanhol Emilio Prados, exilado no México. Tem por objetivo apontar o jardín cerrado como um território de busca da identidade do sujeito lírico, onde se realiza um deslocamento simbólico que é associado ao processo de elaboração poética. O trabalho constrói-se a partir da análise de sete textos poéticos, na sequência dos livros que compõem a obra, e pretende analisá-los sob o signo do trânsito que marca a experiência do exílio republicano espanhol para delinear a proposta de uma poética do escritor. |
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