Estratégias de manejo adaptativo para os campos sulinos
Os ecossistemas campestres que caracterizam os Campos Sulinos contêm alta biodiversidade e a sua manutenção está associada aos regimes de distúrbio como o fogo e o pastejo. Apesar de sua ampla contribuição social, nas últimas décadas esses ecossistemas têm sido substituídos por lavouras anuais e sil...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/187252 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/187252 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Eryngium horridum Pastagem Manejo South Brazilian Campos Forage allowance Rotational grazing Facilitation Functional diversity Adaptive management |
| Sumario: | Os ecossistemas campestres que caracterizam os Campos Sulinos contêm alta biodiversidade e a sua manutenção está associada aos regimes de distúrbio como o fogo e o pastejo. Apesar de sua ampla contribuição social, nas últimas décadas esses ecossistemas têm sido substituídos por lavouras anuais e silvicultura, em razão de uma suposta vantagem econômica em relação à pecuária. Portanto, urge a consolidação de estratégias de manejo que conciliem a manutenção da diversidade biológica, dos processos ecossistêmicos e dos serviços ecológicos, com a viabilidade econômica aos produtores. Neste sentido, esta tese pretende colaborar com a concepção de estratégias de manejo para distintas formações dos Campos Sulinos. No Capítulo 1 discutimos a perspectiva de manejo adaptativo para a conservação de mosaicos de campos e florestas, propondo alternativas para serem testadas. Os Capítulos 2 e 3 abordam respostas das comunidades de plantas às três estratégias de manejo implementadas em um experimento conduzido em Aceguá/RS. No Capítulo 2 tratamos das mudanças na diversidade funcional e na estratégia de utilização dos recursos pelas plantas em resposta às estratégias de manejo. Em três escalas espaciais estudadas houve efeitos significativos dos diferentes manejos avaliados, incluindo o tratamento controle definido pelo manejo adotado na propriedade. No Capítulo 3 tratamos do efeito da roseta espinhenta Eryngium horridum sobre as comunidades de plantas, em resposta a um gradiente de altura da vegetação e aos dois sistemas de manejo conservativos implementados. Mesmo em uma pequena escala de tempo, neste estudo tivemos uma amostra da produção secundária dos campos de solos profundos e das respostas das comunidades de plantas às diferentes estratégias manejo aplicadas. |
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