Qualidade de vida dos médicos residentes dos hospitais escolas do município de Juiz de Fora – MG / Doctors residents quality of life in hospital schools of Juiz de Fora – MG
Introdução: A residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização. O médico residente está constantemente em ambiente e situações de estresse e outros fatores que comprometem seu bem-estar e qualidade de vida. Métodos: Foi realiza...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) |
| Repositorio: | Brazilian Journal of Health Review |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/36873 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/36873 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Qualidade de vida Médicos Residentes. |
| Sumario: | Introdução: A residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização. O médico residente está constantemente em ambiente e situações de estresse e outros fatores que comprometem seu bem-estar e qualidade de vida. Métodos: Foi realizado um estudo transversal para avaliar a qualidade de vida dos médicos residentes dos hospitais de ensino de Juiz de Fora-MG, durante o ano de 2019. Os sujeitos desta pesquisa foram médicos que estavam cursando a modalidade de ensino de pós-graduação nas áreas de clínica e cirurgia nos seguintes hospitais: Santa Casa da Misericórdia de Juiz de Fora, Hospital Doutor João Felício, Hospital 9 de Julho (Instituto Oncológico) e Vila Verde. A coleta de dados foi realizada utilizando dois questionários: um geral e o WHOQOL-bref traduzido e validado no Brasil. Resultados: Foram analisados questionários aplicados a 22 residentes. Destes, 59,1% eram naturais do município de Juiz de Fora-MG, sendo destes 41,7% do sexo feminino e 80% do sexo masculino. Dentre os residentes, 95,5% não possuem filhos. De acordo com a avaliação da qualidade de vida, 9,1% dos entrevistados consideram muito ruim, 13,6% ruim, 36,4% nem ruim nem boa, 36,4% boa e 4,5% muito boa. Grande parte dos entrevistados (45,5%) se classificou como insatisfeitos com a sua saúde e declarou que a dor física os impedia de fazerem suas atividades, consequentemente a isso, 40,9% alegaram precisar de tratamento médico para levar a vida diária. Apesar desses dados, 45,5% disseram aproveitar mais ou menos a vida. Conclusão: Concluiu-se que grande parte dos residentes se considera insatisfeito com a qualidade de vida e as mulheres relataram apresentar melhor qualidade de vida em relação aos homens. |
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