Exposição Cambial Assimétrica: evidência sobre o Brasil

O escopo deste estudo é analisar o comportamento das empresas brasileiras frente a variações cambiais, incorporando a presença de assimetria através de um modelo não linear. Observou-se que diversas empresas brasileiras possuem exposição cambial e assimetria. A quantificação destes efeitos, porém, d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Trofimoff, Danilo Perretti
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER)
Repositorio:Repositório Institucional da INSPER
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.insper.edu.br:11224/1138
Acesso em linha:https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/1138
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Exposição Cambial
Assimetria
Taxa de câmbio
Exchange risk
Asymmetry
Exchange Rate
Descrição
Resumo:O escopo deste estudo é analisar o comportamento das empresas brasileiras frente a variações cambiais, incorporando a presença de assimetria através de um modelo não linear. Observou-se que diversas empresas brasileiras possuem exposição cambial e assimetria. A quantificação destes efeitos, porém, diverge entre a utilização de modelos lineares e não lineares. De um total de 153 empresas, durante o período de 1999 a 2007, obtém-se que, na análise linear, a exposição cambial afeta 50% da amostra. Com a elaboração de um modelo não linear, entretanto, tem-se que 30% da amostra é afetada significativamente por uma exposição cambial e presença de assimetria. Além disso, neste caso, 47% possui ou a presença de exposição ou assimetria. Desta forma, a análise da não linearidade na exposição do risco de câmbio aumenta consideravelmente a precisão e o significado de estimativas da exposição cambial.