A escrita do poema como gesto de perdão: incursão entre Derrida e Celan
Esse pequeno ensaio representa uma pesquisa a contrapelo dentre as temáticas que circunscrevem nossa pesquisa de doutorado acerca da Alteridade e do Não-idêntico em Lévinas e Adorno. Por isso, a passos iniciais e à margem, o que se pretende aqui é, de certa forma, um diálogo sobre a Obra Poética, pr...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositório: | Cadernos literários |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.furg.br:article/9389 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.furg.br/cadliter/article/view/9389 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Celan Derrida perdão poema |
| Resumo: | Esse pequeno ensaio representa uma pesquisa a contrapelo dentre as temáticas que circunscrevem nossa pesquisa de doutorado acerca da Alteridade e do Não-idêntico em Lévinas e Adorno. Por isso, a passos iniciais e à margem, o que se pretende aqui é, de certa forma, um diálogo sobre a Obra Poética, principalmente em Celan, nos rastros de Lévinas e de Derrida, pensando a poesia como um gesto ético que provoca uma utopia (mudança de) na respiração que o poema percorre como traço da desconstrução derridiana e, talvez, como um gesto de perdão. Perdão que, para Derrida, é um pardon-demande, é ainda um gesto ético percorrido pelo poema? Perdão, tal como a poesia, desinteressado (mas convocado), que se estende: perdoar a qualquer coisa a qualquer um, todas essas formas “de quem e do que” não cessam, elas revisitam e se fazem presença na linguagem do perdão. Pardon. Merci. |
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