A review of Brazilian scientific output on crack – contributions to the political agenda

Objeto: produção científica sobre o crack publicada em periódicos brasileiros indexados no SCIELO. Objetivo: revisar tal produção, trabalhando os resultados como matriz de uma agenda política que oriente gestores na tomada de decisão. Metodologia: busca na base online de artigos do SCIELO, utilizand...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Moreira, Marcelo Rasga, Fernandes, Fernando Manuel Bessa, Ribeiro, José Mendes, Franco Neto, Thereza de Lamare
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/57819
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/57819
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Crack
Políticas públicas
Agenda política
Public Policy
Agenda-setting
Descripción
Sumario:Objeto: produção científica sobre o crack publicada em periódicos brasileiros indexados no SCIELO. Objetivo: revisar tal produção, trabalhando os resultados como matriz de uma agenda política que oriente gestores na tomada de decisão. Metodologia: busca na base online de artigos do SCIELO, utilizando-se 06/02/2013 como corte temporal, crack como 'termo pesquisado' e todos os índices como 'abrangência da pesquisa'. Identificou-se 199 referências, cujos resumos foram analisados, chegando-se aos 59 artigos que, efetivamente, dizem respeito à questão do crack no Brasil. Análise: critérios institucionais (periódico, área temática e data da publicação) e categorias analíticas criadas pelos autores: "Risco Social", "Tratamento", "Uso/Consumo", "Perfil", "Relações Sociais" e "Estudo". Resultados: crack tem repercussão nos periódicos brasileiros a partir de 2011; hegemonia do campo da saúde; predominam artigos sobre "Risco Associado" e "Tratamento"; SUS não atende à demanda; necessidade de investimento nos CAP e em redução de danos; comunidades terapêuticas precisam se adequar aos padrões do SUS; perfil dos consumidores é de jovens, negros e pobres; consumo orgiástico; políticas repressoras não tiveram resultados positivos; e, necessidade de políticas intersetoriais.