Onde fica mesmo o centro? Notas sobre a ordem global do mal-estar e a era dos refugiados

Resumo: Se a globalização, para uma minoria bem reduzida de pessoas, corporações e instituições, continua a ser uma ilusão real irrigada pela aceleração nunca vista de capitais fictícios, consumos fugazes e altas tecnologias ferozes, para grande parte das populações, em todo o mundo, os espaços-temp...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Hardman, Francisco Foot, 1952-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1501054
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/31669
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Artigo original
Refugiados
Refugees
Descripción
Sumario:Resumo: Se a globalização, para uma minoria bem reduzida de pessoas, corporações e instituições, continua a ser uma ilusão real irrigada pela aceleração nunca vista de capitais fictícios, consumos fugazes e altas tecnologias ferozes, para grande parte das populações, em todo o mundo, os espaços-tempos vividos continuam a ser os da marginalidade social, expulsão e miséria. Haverá conceitos pertinentes nas ciências humanas atuais para refletir sobre a realidade desses contingentes de dezenas ou até centenas de milhões de seres humanos (considerando-se os refugiados internacionais e, também, os chamados "deslocados internos"), vagando por todos os rincões do planeta e nos lançando suas vozes em tumulto e seus últimos olhares de pura tragédia?