NAÇÃO E NACIONALISMO, NEGROS À MARGEM: O CASO (DO ROMANTISMO) DA LITERATURA BRASILEIRA
O propósito desse trabalho é trazer à discussão o lugar ocupado pelo negro na nação brasileira, no século XIX, tendo como exemplo o caso do Romantismo, que acabou elegendo como raças nacionais o branco e o índio (idealizado), através de poetas e escritores indianistas, como, por exemplo, José de Ale...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) |
| Repositorio: | Revista Uniletras (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:uepg.br:article/6620 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/article/view/6620 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Século XIX Nação brasileira Romantismo no brasil O negro na literatura. |
| Sumario: | O propósito desse trabalho é trazer à discussão o lugar ocupado pelo negro na nação brasileira, no século XIX, tendo como exemplo o caso do Romantismo, que acabou elegendo como raças nacionais o branco e o índio (idealizado), através de poetas e escritores indianistas, como, por exemplo, José de Alencar. Nessa literatura nacionalista, a raça negra acaba sendo esquecida e lançada à margem, como sendo o “outro indesejável”. E esquecido, o negro só será lembrado no fim do período romântico por poetas como, pode-se citar, Castro Alves. Pretende com esse trabalho contribuir com as discussões contemporâneas acerca da representação do negro na sociedade e, principalmente, na literatura brasileira com ênfase no Romantismo. |
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