UPPs, crise e adaptação: os desafios da nova cúpula da segurança no Rio

A menos de duas semanas do segundo turno das eleições municipais, que colocarão Marcelo Crivella (PRB) ou Marcelo Freixo (PSOL) no comando do Rio, especialistas também recomendam que a prefeitura assuma mais responsabilidades na segurança pública, sobretudo de forma preventiva, e que a Guarda Munici...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Puff, Jefferson
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/17287
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10438/17287
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Eleições
Segurança pública
Ciência política
Unidade de Polícia Pacificadora (Rio de Janeiro, RJ)
Eleições locais - Rio de Janeiro (RJ)
Criminalidade urbana
Segurança pública - Rio de Janeiro (RJ)
Descripción
Sumario:A menos de duas semanas do segundo turno das eleições municipais, que colocarão Marcelo Crivella (PRB) ou Marcelo Freixo (PSOL) no comando do Rio, especialistas também recomendam que a prefeitura assuma mais responsabilidades na segurança pública, sobretudo de forma preventiva, e que a Guarda Municipal divida tarefas com o Estado em regiões onde o policiamento ostensivo não é crucial. Para Maria Isabel Couto, pesquisadora da Diretoria de Análises de Políticas Públicas da FGV (Fundação Getúlio Vargas) é imprescindível, sobretudo em uma crise econômica, que o novo planejamento estratégico considere particularidades de cada região da cidade, o que permitiria realocar recursos de forma inteligente. 'Há lugares com índice maior de homicídios, forçando a presença do policiamento ostensivo da PM. Em outros, a principal questão é o furto ou o roubo, onde a Guarda Municipal poderia atuar. Analisar esses dados e incorporá-los ao planejamento possibilitaria implementar uma repressão mais qualificada, baseada mais em inteligência do que simplesmente na reação ao crime', diz Couto, que analisou dados de todos os bairros do Rio.