Banalidade e intersubjetividade na arte

Este artigo objetiva refletir sobre a banalidade da arte na sua quotidianidade. Procura-se indagar por que dinâmicas sociais o comum, o banal e o quotidiano podem vir a ter valor artístico. A resposta que buscamos construir para a questão, observa essa sensação na sua dinâmica de sociação, ou seja,...

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Detalhes bibliográficos
Autores: CASTRO, Marina Ramos Neves de, CASTRO, Fábio Fonseca de, https://orcid.org/0000-0002-3065-270X, https://orcid.org/0000-0002-8083-1415
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpa.br:2011/14765
Acesso em linha:http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14765
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Arte
Banalidade
Quotidiano
Sociação/socialidade
Intersubjetividade
Art
Banality
Quotidian
Sociation/sociality
Intersubjectivity
Descrição
Resumo:Este artigo objetiva refletir sobre a banalidade da arte na sua quotidianidade. Procura-se indagar por que dinâmicas sociais o comum, o banal e o quotidiano podem vir a ter valor artístico. A resposta que buscamos construir para a questão, observa essa sensação na sua dinâmica de sociação, ou seja, como vínculo, como estrutura do caráter coletivo, vivencial, da vida social. Compreendendo o fenômeno como um fato social total, podemos dizer que ele é engendrado e engendra, simultaneamente, o vínculo societal num procedimento intersubjetivo que produz o sentido partilhado.