Avaliação dos enxertos ósseos autógenos triturados manualmente ou coletados durante osteotomia: análise histológica e histométrica em coelhos

Foi realizado um estudo histomorfométrico para avaliar o reparo ósseo em cavidades experimentais criadas na tíbia de coelhos, preenchidas com dois tipos de partículas de osso autógeno. Foram utilizados 12 coelhos, nos quais foram realizadas 3 cavidades unicorticais de 7 mm de diâmetro, com uma broca...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Coradazzi, Luis Francisco [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/88961
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/88961
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ossos - Enxerto
Osteotomia
Coelho
Transplante ósseo
autogenous bone graft
Bone regeneration
Collected bone debris
Descripción
Sumario:Foi realizado um estudo histomorfométrico para avaliar o reparo ósseo em cavidades experimentais criadas na tíbia de coelhos, preenchidas com dois tipos de partículas de osso autógeno. Foram utilizados 12 coelhos, nos quais foram realizadas 3 cavidades unicorticais de 7 mm de diâmetro, com uma broca trefina, na face lateral da tíbia direita. Os defeitos ósseos foram preenchidos respectivamente com partículas de osso autógeno obtidas com um triturador manual, com partículas de osso autógeno recolhidas com um coletor ósseo durante o preparo de cavidades com a seqüência de brocas de implantes e com coagulo sangüíneo servindo como controle. Os animais foram igualmente distribuídos em 3 grupos e sacrificados nos períodos de 7, 15 e 30 dias. De acordo com os resultados obtidos, aos 7 dias todos os grupos apresentaram-se preenchidos por coágulo sangüíneo, sendo observada a presença de partículas ósseas autógenas nos grupos triturado ( 44,75% ) e coletado ( 24% ). No período de 15 dias, notou-se a diferenciação conjuntiva em todos os grupos, com ausência de neoformação óssea no grupo controle ( 0% ), presença de partículas ósseas e início de formação óssea nos grupos coletado (38,88%) e triturado (46%). No período de 30 dias observou-se a neoformação óssea nos grupos controle (50%), coletado (64,63%) e triturado (66%) com a presença de um trabeculado ósseo imaturo. De acordo com a metodologia utilizada, concluiu-se que: a diferença entre a neoformação óssea nas cavidades dos grupos triturado e coletado não foi estatisticamente significante, porem mostrou-se superior a do grupo controle no aspecto quantitativo e qualitativo. As partículas ósseas do grupo triturado não foram totalmente reabsorvidas nos períodos analisados, enquanto que no grupo coletado houve uma reabsorção das partículas ósseas e neoformação óssea superiores aos do grupo triturado.