Tempo espiralar e insurgência poética quilombola: Uma análise dos cantos-poemas das comunidades quilombolas do Extremo Sul da Bahia
Os estudos sobre literatura e, em específico, poéticas orais, cartografam o apagamento das oralituras poéticas, sobretudo evidenciando a negação da performatividade do corpo vozeado, que é por excelência um local de memórias. Diante disso, esta dissertação objetiva analisar as negroesias produzidas...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 0024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositorio: | Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/7674 |
| Acceso en línea: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/7674 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Quilombo Oralitura Cantos-poemas |
| Sumario: | Os estudos sobre literatura e, em específico, poéticas orais, cartografam o apagamento das oralituras poéticas, sobretudo evidenciando a negação da performatividade do corpo vozeado, que é por excelência um local de memórias. Diante disso, esta dissertação objetiva analisar as negroesias produzidas na comunidade quilombola de Helvécia, localizada no Extremo Sul da Bahia. Para tanto, apropria-se dos cantos-poemas documentados por Santana (2014), a fim de demonstrar como esta oralitura afro-brasileira quilombola apresenta diálogos entre tempo e com a ancestralidade. O percurso discursivo-metodológico aporta-se em uma análise qualitativa documental. Estabelece diálogo com os conceitos de oralitura e tempo espiralar, de Martins (2021); palavra viva, em Hampate-Bá (1982); negroesia, em Cuti (2007); literalização da oralidade, em Derive (2010), cantos-poemas, em Santana (2014) e oralidade, Zumthor (1993), dentre outros que dialogam com o tema da pesquisa. Os cantos-poemas reverberam modos insurgentes, históricos e poéticos afro-brasileiros, como importante contribuição à cultura brasileira. |
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