Controvérsias e Disputas Simbólicas na Música Brega: O caso “tem gogó, querida?”

O artigo debate as controvérsias e disputas simbólicas na música brega de Pernambuco a partir de um desentendimento midiático protagonizado pelas cantoras Michelle Melo e Eliza Mell, em outubro de 2018, que se notarizou como o caso “Tem Gogó Querida?”. Utilizando-se de uma metodologia de inspiração...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Soares, Thiago, Ferreira Júnior, Pedro Alves
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Repositorio:Revista Eco-Pós (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistaecopos.eco.ufrj.br:article/27422
Acceso en línea:https://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/view/27422
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:O artigo debate as controvérsias e disputas simbólicas na música brega de Pernambuco a partir de um desentendimento midiático protagonizado pelas cantoras Michelle Melo e Eliza Mell, em outubro de 2018, que se notarizou como o caso “Tem Gogó Querida?”. Utilizando-se de uma metodologia de inspiração latouriana e apropriada por Simone Pereira de Sá (2013 e 2014), propõe-se rastrear atores que performatizam seus gostos e valores no tocante à presença feminina na música brega. O episódio sugere que disputas morais em torno das performances de gênero e valorativas sobre o que significa cantar bem na música brega são fundamentais no espraiamento e na longevidade do episódio na cultura digital.