Influência da conexão e profundidade da instalação de implantes em fase inicial de osseointegração sob técnica de instalação submersa: estudo pelo método dos elementos finitos 3D
O objetivo desse estudo foi avaliar o estresse gerado no tecido ósseo e tecido gengival em situação de uso de prótese total convencional provisória durante fase de osseointegração variando-se o tipo de implante (HE x CM) e a profundidade da instalação (CM nível x CM sub 1,5mm) sob aplicação de carga...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/310120 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/310120 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Método dos elementos finitos Implantes dentários Próteses dentárias Dental implants |
| Sumario: | O objetivo desse estudo foi avaliar o estresse gerado no tecido ósseo e tecido gengival em situação de uso de prótese total convencional provisória durante fase de osseointegração variando-se o tipo de implante (HE x CM) e a profundidade da instalação (CM nível x CM sub 1,5mm) sob aplicação de carga vertical e oblíqua, utilizando-se a metodologia dos elementos finitos 3D. Foram criados 3 modelos a partir de escaneamento de modelo clínico padrão de uma prótese total sobre modelo de trabalho, incluindo 4 implantes colocados na região dos dentes ausentes #46, #43, #33 e #36, simulando uma mucosa de 2mm de espessura e osso tipo II, utilizando técnica submersa. O design do implante/tampa de cicatrização foi obtido a partir de componentes originais (UNITITE – SIN Sistemas de Implante), simulando-se apenas o hexágono externo padrão de 3,5 mm. Forças de 256,2N vertical (0°) e oblíqua (45°) foram aplicadas nas superfícies oclusais e incisais dos dentes da prótese total. Análise de deslocamento, de von Mises e de tensão máxima principal foram realizadas para análise qualitativa. Os resultados indicaram que não houve diferença sob análise de mapas de deslocamento, independente do implante ou situação testada. Mapas de von mises e de tensão máxima principal mostraram menores índices de tensão em situação de colocação de implante sub-crestal, não havendo diferença entre implantes a nível ósseo. Foi possível concluir que a o tipo de implante não influencia a distribuição de estresse quanto instalado a nível ósseo; a instalação de implante cone morse sub-crestal em 1,5mm favorece a distribuição de estresse e pode representar alternativa viável nesta situação clínica. |
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