Clinical and laboratory findings in patients with dengue associated with hepatopathy

INTRODUÇÃO: Afecções hepáticas causadas pela infecção da dengue podem evoluir para quadro grave, incluindo mortalidade e morbidade. O mecanismo de lesão do fígado está relacionado com a exacerbação da resposta imune. As citocinas estão envolvidas nele como fator inibidor da migração de macrófagos (M...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Nascimento, Delso do, Castro, Ana Rita Coimbra Motta de, Fróes, Íris Bucker, Bigaton, Gláucia, Oliveira, Éveny Cristine Luna de, Fabbro, Márcia Ferrario Janine Dal, Cunha, Rivaldo Venâncio da, Costa, Izaías Pereira da
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufms.br:123456789/1245
Acesso em linha:https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1245
http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822011005000061.
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Dengue
Febre Hemorrágica da Dengue
Hepatite
Dengue Hemorrhagic Fever
Hepatitis
Descrição
Resumo:INTRODUÇÃO: Afecções hepáticas causadas pela infecção da dengue podem evoluir para quadro grave, incluindo mortalidade e morbidade. O mecanismo de lesão do fígado está relacionado com a exacerbação da resposta imune. As citocinas estão envolvidas nele como fator inibidor da migração de macrófagos (MIF), fator de necrose tumoral (TNF), células natural killer (NK), B linfócitos e macrófagos. MÉTODOS: Este estudo foi realizado em um hospital público da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. As alterações hepáticas pelo dengue podem evoluir com quadros graves e potencialmente letais. Foram avaliados exames de 68 pacientes atendidos e confirmados com dengue, onde 56 foram classificados como dengue clássico, seis, como dengue hemorrágico grau I e seis como dengue hemorrágico grau II. RESULTADOS: Do dengue clássico, 83,3% tiveram alterações de aspartato aminotransferase (AST) e 69,6% alterações para alanino aminotransferase (ALT). No dengue hemorrágico grau I, AST elevou-se 100% e para ALT 83,3%. No dengue hemorrágico grau II observou-se 100% de alterações tanto para AST, quanto para ALT. A variação de AST ficou entre 22,0 e 907,0 com média de 164,6. A alanino aminotransferase variou entre 25,0 e 867,0 com média de 166,07. Houve significância entre formas clínicas do dengue e marcadores de função hepática. CONCLUSÕES: Conclui-se que a infecção predominou em adultos do sexo feminino, de baixa renda e escolaridade. As enzimas hepáticas elevam-se mais no dengue hemorrágico, fraca evidência estatística entre as manifestações clínicas e as transaminases. Os mais prevalentes sinais/sintomas clínicos foram febre, cefaléia, mialgia, artralgia, fraqueza, dor retrorbitária e exantema.