A IMPORTÂNCIA DA SOBERANIA ALIMENTAR PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NOS ASSENTAMENTOS DA REFORMA AGRÁRIA

Esse texto partiu de uma breve reflexão geográfica sobre a importância da Soberania Alimentar para a promoção da saúde dos beneficiários da Reforma Agrária. Considerando os princípios da multidisciplinaridade que oferece a ciência geográfica propomos aplicar informações da Questão Agrária a luz da G...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Lima, André Luis Ferreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Repositorio:Hygeia (Uberlândia)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.seer.ufu.br:article/27001
Acceso en línea:https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/27001
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Soberania Alimentar
questão agrária
Assentamentos
promoção da saúde
geografia médica
Descripción
Sumario:Esse texto partiu de uma breve reflexão geográfica sobre a importância da Soberania Alimentar para a promoção da saúde dos beneficiários da Reforma Agrária. Considerando os princípios da multidisciplinaridade que oferece a ciência geográfica propomos aplicar informações da Questão Agrária a luz da Geografia Médica, buscando entender quais os fatores preponderantes para a promoção da saúde nos Assentamentos rurais espalhados pelo território brasileiro. O conceito de Geografia Médica defendido pelos pesquisadores Carlos S. Lacaz e Samuel Pessoa foi utilizado aqui como instrumento de reconhecimento dos fatores de risco para a saúde da população destes locais. Organizada a partir deste eixo reflexivo, a pesquisa visou compreender a natureza das relações de produção elegendo a soberania alimentar como uma das politicas fundamentais para garantir uma alimentação saudável para os assentados. O trabalho propôs ilustrar que o modelo de produção baseado na policultura e no respeito ao meio-ambiente é essencial para o equilíbrio homem/natureza, e que, o direito a intervir nos processos decisórios de produção e comercialização e consumo de alimentos enquanto síntese das relações econômicas e social é vital para o desenvolvimento humano das famílias assentadas.