Leishmaniose visceral : estudo de flebotomíneos e infecção canina em Montes Claros, Minas Gerais.

A leishmaniose visceral no Brasil estava inicialmente associada a áreas rurais, mas devido às diversas alterações no ambiente como, desmatamentos, urbanização e intenso processo migratório, ocorreu a expansão das áreas endêmicas, levando à urbanização da doença, principalmente nas regiões Sudeste e...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Michalsky, Érika Monteiro, Silva, João Carlos França da, Costa, Roberto Teodoro da, Costa, Daniela Camargos, Barata, Ricardo Andrade, Paula, Edvá Vieira de, Coelho, George Luiz Lins Machado, Rocha, Marília Fonseca, Dias, Consuelo Latorre Fortes, Dias, Edelberto Santos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/3778
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/3778
http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822005000200004
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Leishmaniose visceral canina
Lutzomyia longipalpis
Leishmania
Flebotomíneos
Canine visceral leishmaniasis
Descrição
Resumo:A leishmaniose visceral no Brasil estava inicialmente associada a áreas rurais, mas devido às diversas alterações no ambiente como, desmatamentos, urbanização e intenso processo migratório, ocorreu a expansão das áreas endêmicas, levando à urbanização da doença, principalmente nas regiões Sudeste e Centro Oeste do país. No município de Montes Claros, situado ao norte de Minas Gerais, foi feito um estudo para verificação da situação da LV. No ano de 2002 foi realizado inquérito sorológico canino e no período de setembro de 2002 a agosto de 2003 foi feito levantamento entomológico, utilizando armadilhas luminosas de CDC. A prevalência da LV canina apresentou taxa média de infecção em torno de 5%. A fauna de flebotomíneos estimada foi de 16 espécies, totalizando 1043 exemplares. Lutzomyia longipalpis foi a espécie predominante com 74%, o que sugere a sua participação na transmissão de LV em Montes Claros.