Cirurgia transoral no câncer glótico precoce: estudo retrospectivo de dez anos
Objetivo: Analisar os casos de câncer glótico precoce tratados via transoral quanto a aspectos epidemiológicos, recidiva e sobrevida após 5 anos de tratamento. Metodologia: Estudo transversal retrospectivo. Um protocolo digital da Plataforma Júpiter e o software SPSS Statistics 20.0.0 foram utilizad...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufc.br:riufc/38666 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/38666 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Câncer Glote Microcirurgia Laringe |
| Sumario: | Objetivo: Analisar os casos de câncer glótico precoce tratados via transoral quanto a aspectos epidemiológicos, recidiva e sobrevida após 5 anos de tratamento. Metodologia: Estudo transversal retrospectivo. Um protocolo digital da Plataforma Júpiter e o software SPSS Statistics 20.0.0 foram utilizados para coleta e análise de dados. Os dados foram oriundos de prontuários de pacientes com câncer glótico precoce diagnosticados durante o período de 2006 a 2015 e tratados via transoral por microcirurgia de laringe. Resultados: Foram identificados 71 casos de câncer glótico. Vinte oito (quatro mulheres e vinte e quatro homens) eram precoces e foram tratados por microcirurgia de laringe. Todos os 28 casos eram carcinomas espinocelulares e 27 tinham história prévia de tabagismo. Ocorreu recidiva em 3 dos 28 casos. A sobrevida livre de doença foi de 66,67% e a sobrevida global foi de 100%. Conclusão: Estágios precoces representaram 39,4% dos casos de câncer glótico. A proporção homem:mulher foi de 6:1. Tabagismo esteve presente em 92,9% dos casos. O único tipo histológico foi o carcinoma espinocelular. O tratamento com cirurgia transoral foi efetivo com baixa recidiva (10,7%) e altas taxas de sobrevida global e livre de doença (66,7% e 100%, respectivamente). |
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