Repercussões das politicas educacionais na organização escolar: o fator tempo entre a autonomia e a regulação
O artigo aborda o conflto existente entre as políticas educacionais e sua implementação nas escolas, haja vista a contradição entre a autonomia outorgada e a regulação. Considera que a escola é uma organização formal, instituída e instituinte, e desenvolve comportamento organizacional e valorativo q...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Política e Administração da Educação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/58919 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufrgs.br/index.php/rbpae/article/view/58919 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Organização escolar gestão da educação tempo racionalidade instrumental racionalidade comunicativa. |
| Sumario: | O artigo aborda o conflto existente entre as políticas educacionais e sua implementação nas escolas, haja vista a contradição entre a autonomia outorgada e a regulação. Considera que a escola é uma organização formal, instituída e instituinte, e desenvolve comportamento organizacional e valorativo que revela seu projeto político-pedagógico com racionalidade própria. O estudo de caso de tipo etnográfio numa escola pública auxilia a entender como esta contradição emerge na prática. Observa-se que a falta de tempo para o diálogo opõe-se aos objetivos das metas educacionais, o que limita mas não elimina o potencial crítico-argumentativo necessário à sua auto-proposição e auto-regulação. |
|---|