Del acogimiento institucional a la familia adoptiva: la vivencia en la transición

O presente artigo objetiva abordar, a partir da perspectiva psicanalítica, as vicissitudes de crianças, em transição do acolhimento institucional a uma família adotiva, dando especial atenção ao processo de vinculação à nova família. São apresentadas questões sobre a legislação e os trâmites process...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Amanda Carollo Ramos da, Abrão, Jorge Luís Ferreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Estilos da Clínica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/171157
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/estic/article/view/171157
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Adoption tardive
Accueil institutionnelle
Famille adoptive
Lien
Adoção tardia
Vínculo
Acolhimento institucional
Família adotiva
Adopción tardía
Vinculo
Acogida institucional
Familia adoptiva
Late adoption
Bond
Institutionalization
Adoptive family
Descripción
Sumario:O presente artigo objetiva abordar, a partir da perspectiva psicanalítica, as vicissitudes de crianças, em transição do acolhimento institucional a uma família adotiva, dando especial atenção ao processo de vinculação à nova família. São apresentadas questões sobre a legislação e os trâmites processuais da adoção, e, em seguida, apresentados recortes da teoria psicanalítica sobre a vivência do abandono, da separação da família de origem, do luto e da formação de novos vínculos, situações comuns às crianças em adoção tardia. O método utilizado é o estudo de caso, no qual se busca elucidar a vivência de uma criança, em vias de adoção. A análise dos resultados aponta que a adotanda ainda não havia vivenciado o luto quanto à impossibilidade de seu retorno à sua família de origem, sendo interrompido o processo de aproximação com os pretendes à adoção.  Aponta-se a necessidade da escuta e da preparação da criança para vivenciar o processo adotivo, avaliando sua condição e disponibilidade psíquica para ser inserida em uma nova família.  Conclui-se que o fato de a criança estar juridicamente apta à adoção, não corresponde a estar emocionalmente pronta para essa mudança em sua vida. Evidencia-se, assim, a importância da atuação do psicólogo judiciário neste contexto.