| Resumo: | Trata-se de um estudo de abordagem quantitativa, com abordagem de caráter epidemiológico, descritivo do tipo transversal. Buscou-se identificar os fatores associados ao risco para desenvolvimento da depressão pós-parto em mulheres no puerpério. A coleta de dados foi feita em salas de vacina dos sete distritos sanitários da cidade de Goiânia, Goiás. Participaram da primeira etapa do estudo, 286 puérperas, as quais responderam a formulário sobre dados sociodemográficos, e em seguida aplicada a Escala de Depressão Pós-Parto de Edinburgh, analisadas quanto ao risco para DPP, conforme escore de avaliação da escala. O perfil das entrevistadas foi de primíparas, cor de pele parda, ensino fundamental completo, coabitação com o parceiro, renda familiar acima de um que um salário mínimo. A maioria refere gestação planejada, desejada, e apoiada pelo parceiro por todo o período gravídico puerperal, bem como ausência de histórico de depressão ou DPP na família. Do total de participantes, 13.99% das puérperas apresentaram escore de risco para DPP. Conclui-se que a aplicação da escala de Edinburgh é uma importante ferramenta a ser utilizada como rotinas para a detecção de potenciais puérperas em risco para DPP.
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