O verso (in)autêntico: a subversão do plágio por Kenneth Goldsmith

Desde o modernismo a arte tem colocado em questão a noção de autoria, cópia, desaparição do autor e reprodução. As noções da pós-produção e apropriação contribuíram para o surgimento de novos termos no início do Século XX. O ready-made foi responsável por abolir as fronteiras que delimitavam produçã...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Angélica Oliveira Adverse
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/53138
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/1843/53138
http://orcid.org/0000-0002-8938-8819
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Kenneth Golsdsmith
Plágio
Subversão
Artes
Atividades subversivas
Descrição
Resumo:Desde o modernismo a arte tem colocado em questão a noção de autoria, cópia, desaparição do autor e reprodução. As noções da pós-produção e apropriação contribuíram para o surgimento de novos termos no início do Século XX. O ready-made foi responsável por abolir as fronteiras que delimitavam produção e consumo, colocando em xeque o sentido da criação e reprodução. O artigo pretende apresentar como essas questões se apresentam no trabalho Théorie (2013) do poeta americano Kenneth Goldsmith. Pretendemos apontar como o poeta utiliza o plágio para elaborar um trabalho intertextual promovendo um contato entre as linguagens da performance, literatura, design, Dandismo e filosofia.