LER, ESCREVER E DENUNCIAR NO SÉCULO XVIII : NOTAS SOBRE PRÁTICAS ILUSTRADAS E OS SENTIDOS DA ESCRITA NA AMÉRICA PORTUGUESA
A escrita na América portuguesa foi fundamental para que, tanto nas regiões ultramarinas como em Portugal, o rei soubesse dos acontecimentos, escutasse as reclamações, denúncias, notícias do ouro arrecadado, dos indígenas e territórios conquistados. O encurtamento das distâncias acontecia, sobretudo...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) |
| Repositorio: | Sapere Aude (Belo Horizonte. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/35761 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.pucminas.br/SapereAude/article/view/35761 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Império português Capitania de Goiás século XVIII práticas ilustradas cultura escrita |
| Sumario: | A escrita na América portuguesa foi fundamental para que, tanto nas regiões ultramarinas como em Portugal, o rei soubesse dos acontecimentos, escutasse as reclamações, denúncias, notícias do ouro arrecadado, dos indígenas e territórios conquistados. O encurtamento das distâncias acontecia, sobretudo, pelo uso do papel, da tinta e da pena. Em face disso, o presente trabalho busca analisar as práticas de escrita na América portuguesa no século XVIII. Como recorte e delimitação temporal e espacial, a Capitania de Goiás foi escolhida como ponto de partida para compreender os sentidos da escrita numa região marcada pela extração do ouro. Mais especificamente, o estudo se debruça nas denúncias e nos conflitos entre o governador D. João Manuel de Menezes e os funcionários da Fazenda Real. A metodologia utilizada se baseia na micro-história recorrendo, por conseguinte, à redução de escala, trajetória de indivíduos, estudo do contexto social e histórico. Como resultado, se observou que a escrita foi central no espaço ultramarino, constituindo-se, portanto, como ferramenta para denunciar e requerer direitos diante do monarca português. |
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