Graça comum: diálogo e cooperação

Diante de uma realidade religiosa que, por um lado expressa grande pluralidade e, por outro, forte tendência sectária, o Brasil evidencia um cristianismo também dividido e incapaz, muitas vezes, de dialogar com o espectro cultural mais amplo e, assim, deixa de oferecer a sua contribuição à sociedade...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ramlow, Rodomar Ricardo
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Recursos:Faculdades EST
Repositorio:Protestantismo em Revista
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.est.edu.br/periodicos:article/2555
Acesso em linha:http://periodicos.est.edu.br/index.php/nepp/article/view/2555
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Teologia; Graça Comum; Religião e Cultura; Teologia Pública
Graça Comum; Teologia Pública; Diálogo; Herman Bavinck
Descrição
Resumo:Diante de uma realidade religiosa que, por um lado expressa grande pluralidade e, por outro, forte tendência sectária, o Brasil evidencia um cristianismo também dividido e incapaz, muitas vezes, de dialogar com o espectro cultural mais amplo e, assim, deixa de oferecer a sua contribuição à sociedade. Com isso coloca-se o desafio para que os cristãos aprendam a dialogar e respeitar diferentes posições, embora possam conservar suas convicções. Uma vez que a igreja está no mundo ela deveria buscar na pluralidade cultural bases comuns que favoreçam o diálogo e a colaboração em causas afins, especialmente quanto às definições de políticas públicas. Neste sentido, apresentamos a doutrina conhecida como graça comum, sistematizada especialmente pela tradição reformada holandesa, como subsídio para ampliar a visão cristã no que diz respeito às possibilidades de uma relação mais pacífica e, até mesmo, propositiva com a realidade sociocultural à sua volta.