“SÓ TEM PEPSI, PODE SER?” O FUNCIONAMENTO DO OPERADOR ARGUMENTATIVO SÓ NAS PROPAGANDAS DA PEPSI
Este estudo dedica-se à análise do uso do operador argumentativo “só” nas propagandas da marca de refrigerante Pepsi divulgadas com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi.” Ao operador “só”, frequentemente se atribui a função de exclusão ou negação, mas, no contexto em análise, e...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Cadernos do IL (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/36063 |
| Acesso em linha: | https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/36063 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Operador argumentativo propaganda topoi. |
| Resumo: | Este estudo dedica-se à análise do uso do operador argumentativo “só” nas propagandas da marca de refrigerante Pepsi divulgadas com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi.” Ao operador “só”, frequentemente se atribui a função de exclusão ou negação, mas, no contexto em análise, ele exerce uma função restritiva, cujo emprego resulta em um julgamento positivo da informação que aparece seguida a ele, ao contrário do que é esperado. Ou seja, o julgamento negativo que deveria surgir da marca Pepsi devido ao uso do operador “só” parece não se confirmar. Baseamo-nos na teoria dos topoi proposta por Oswald Ducrot a fim de investigar esse uso do operador “só” no contexto apresentado. |
|---|