Esplenectomia após ruptura esplênica em dois tempos em paciente com baço acessório: relato de caso / Splenectomy after splenic two-time break in patiente with acessory spleen: case report

Objetivo. Relatar um caso de esplenectomia no trauma com ruptura esplênica em dois tempos devido a paciente com baço acessório junto a uma discussão acerca da literatura do tema. Método. Estudo descritivo em serviço de cirurgia geral. Com o intuito de fomentar a discussão acerca do tema, foi realiza...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Lins, Débora Jane Almeida Vianna, Silva, Larissa Menezes, Gomes, Gustavo Mendonça Ataide, Rolim, Tayná Carlos, Bulhões, Alice França Resende, Rosa, Alexandre Durval Peixoto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/43591
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/43591
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Esplenectomia
Ruptura Esplênica
Laparotomia
Baço
Trauma.
Descripción
Sumario:Objetivo. Relatar um caso de esplenectomia no trauma com ruptura esplênica em dois tempos devido a paciente com baço acessório junto a uma discussão acerca da literatura do tema. Método. Estudo descritivo em serviço de cirurgia geral. Com o intuito de fomentar a discussão acerca do tema, foi realizada uma revisão integrativa de literatura a partir de coleta de artigos científicos nas bases de dados MEDLINE (via PubMed) e SciELO. Resultados. A lesão de grau III inicialmente não tem indicação operatória. Contudo a história de trauma, a suspeita clínica e os sintomas clássicos de ruptura do baço em dois tempos levam a indicação cirúrgica. Conclusão. A partir do relato de caso e revisão de literatura sugeresse que o reconhecimento da ruptura esplênica de forma precoce é essencial para sobrevida do paciente. O diagnóstico essencialmente é realizado por tomografia computadorizada que define conduta, cirúrgica ou não. Entretanto ela possui limitações como no caso relatado onde a ruptura do baço camuflou a presença de um baço acessório.