Análise dos recursos semióticos em filme publicitário
Este texto tem por objetivo analisar um trecho de comercial televisivo da Caixa Econômica Federal — uma instituição híbrida, misto de banco público com banco privado. O trecho do comercial será analisado e interpretado à luz da Teoria Semiótica Social da Multimodalidade, de Gunther Kress (2010) e da...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Amazonas (UEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.uea.edu.br:riuea/5861 |
| Acceso en línea: | https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/5861 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Recursos semióticos filme publicitário Comercial Televisivo Teoria Semiótica Social |
| Sumario: | Este texto tem por objetivo analisar um trecho de comercial televisivo da Caixa Econômica Federal — uma instituição híbrida, misto de banco público com banco privado. O trecho do comercial será analisado e interpretado à luz da Teoria Semiótica Social da Multimodalidade, de Gunther Kress (2010) e da Linguística istêmico-Funcional, de Halliday (2014). O vídeo é uma peça publicitária de 60 segundos, veiculada em 2014 na televisão durante o chamado horário nobre — entre 21 horas e 22 horas. Esta pesquisa pretende elucidar como os recursos semióticos – posição da câmara, texto no modo fala, distância do participante para o viewer, olhar dos participantes, gestos, cores etc – foram utilizados pelo autor do comercial e integrados no texto multimodal para a construção do todo significativo. Consideramos que o autor do comercial é o Governo e, dessa forma, ele também é o fazedor de signos, aquele que tem os recursos semióticos e econômicos à sua disposição para utilizá-los e, com isso, transmitir a mensagem com o efeito que deseja, o que equivale a realizar uma ação semiótico-social. |
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