Igreja Presbiteriana no Brasil e na Bahia: instituição, imprensa e cotidiano (1872-1900)

A Igreja Presbiteriana da Bahia se caracterizou, entre 1872 e 1900, por uma heterogeneidade significativa em sua membresia (nacionalidades, profissões, classes sociais e "raças" diversas). Isso contribuiu para garantir uma singularidade desta denominação, pioneira no proselitismo protestan...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Seixas, Mariana Ellen Santos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/34996
Acceso en línea:https://repositorio.ufba.br/handle/ri/34996
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
Protestantismo
Presbiterianismo
Progresso
Disciplina
Igreja Presbiteriana da Bahia
Protestantism
Presbyterianism
Progress
Discipline
Presbyterian Church of Bahia
Descripción
Sumario:A Igreja Presbiteriana da Bahia se caracterizou, entre 1872 e 1900, por uma heterogeneidade significativa em sua membresia (nacionalidades, profissões, classes sociais e "raças" diversas). Isso contribuiu para garantir uma singularidade desta denominação, pioneira no proselitismo protestante na Bahia. Do relativo sucesso desse proselitismo vieram também as cobranças relativas à mudança de comportamento requerida para um fiel presbiteriano. Através das Atas de Reunião da Igreja, foi possível identificar quais as principais causas de punições dos membros e também inferir quais os valores ensinados pelos líderes desta comunidade. Assim, baseando-se nessas informações, foi traçado um panorama da ação presbiteriana na cidade de Salvador, na perspectiva dos líderes e dos fiéis. Repensando as estratégias de consolidação do Protestantismo no Brasil, este trabalho teve ainda como objetivo, identificar alguns dos principais setores da sociedade oitocentista que foram alvos de investidas de grupos proselitistas, enfatizando a importância de personagens que, ainda na primeira metade do século XIX, antes de começar a "pregar", se esmeraram em garantir condições mínimas de sobrevida jurídica e institucional para os missionários que chegariam nas décadas seguintes, seja construindo uma relação direta entre protestantismo e progresso, seja erigindo instituições que representassem a proposta protestante de modernização do Brasil.