O Contrato social, de Rousseau, e sua recepção no Direito e democracia, de Habermas
Pesquisa sobre o conceito de “soberania” de Rousseau, presente no capítulo sétimo, do Livro I, do Contrato social, frente a análise de Habermas acerca da “soberania do povo”, conforme o capítulo II, complementar, do Volume II, de Direito e democracia. Estruturalmente, este trabalho está dividido em...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/204313 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/204313 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Escola de Frankfurt Direitos humanos Teoria da democracia Iluminismo Rousseau Habermas Frankfurt School Human rights Democracy’s theory Enlightenment |
| Sumario: | Pesquisa sobre o conceito de “soberania” de Rousseau, presente no capítulo sétimo, do Livro I, do Contrato social, frente a análise de Habermas acerca da “soberania do povo”, conforme o capítulo II, complementar, do Volume II, de Direito e democracia. Estruturalmente, este trabalho está dividido em antes, durante e depois da obra Contrato social: 1) para estudar a produção prévia de Rousseau, de antes do Contrato, apresenta-se principalmente Starobinski acerca do Primeiro Discurso ou Discurso obre as ciências e as artes, no qual já se nota algumas premissas importantes de Rousseau que, mais tarde, são amadurecidas no Contrato social; 2) a seguir, procura-se ler e analisar diretamente o próprio Contrato, especialmente o Livro I; 3) enfim, a preparação feita permite uma aproximação do estudo da recepção habermasiana do Contrato social, esta recepção que ora afirma os princípios revolucionários de Rousseau – que se desdobram no mundo da vida, pela Revolução Francesa, de 1789 –, ora aponta seus limites em relação ao mundo contemporâneo, onde formas de governo e noção de soberania popular encontram problemas originais pertencentes ao novo momento histórico. Porém, apesar da distância histórica e filosófica entre Rousseau e Habermas, os resultados deste trabalho apontam para a assimilação fundamental dos princípios republicanos e democráticos do genebrino na obra do frankfurtiano de segunda geração, isto em detrimento dos contratualistas britânicos Hobbes e Locke. |
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