Evaluación ósea de implantes dentales: Distancias lineales medidas mediante tomografía computarizada de haz cónico

O objetivo do presente estudo foi avaliar, por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), a relação dos implantes dentários com as estruturas anatômicas nobres, o “volume’’ ósseo perimplantar em medidas lineares verticais e horizontais na maxila e na mandíbula, as medidas lineares pe...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Farias, Alex Medeiros de, Melo, Ana Tatiana Gonzalez de, Franceschini Neto, Francisco, Silva, Ennyo Sobral Crispim da, Farias, Naiara de Oliveira, Lopes, Patrícia de Medeiros Loureiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/45183
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/45183
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Tomografía computadorizada de haz cónico
Implantes dentales
Odontología.
Tomografia computadorizada de feixe cônico
Implantes dentários
Odontologia.
Cone-beam computed tomography
Dental implants
Dentistry.
Descripción
Sumario:O objetivo do presente estudo foi avaliar, por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), a relação dos implantes dentários com as estruturas anatômicas nobres, o “volume’’ ósseo perimplantar em medidas lineares verticais e horizontais na maxila e na mandíbula, as medidas lineares perimplantar nos terços cervical, médio e apical e as mensurações lineares ósseo perimplantar nas faces vestibular e lingual.  Utilizando o programa i-CAT Vision, foram avaliadas 66 regiões perimplantares de 24 pacientes em um serviço privado de radiologia odontológica. Cortes parassagitais com espaçamento de 1mm foram utilizados nas mensurações da distância entre os implantes e as estruturas anatômicas nobres e medidas dos volumes ósseos vestibulares e linguais nos terços cervical, médio e apical. A mandíbula apresentou diferença significativa, dentro do padrão estabelecido na literatura, quando comparada com a maxila, em relação à distância dos implantes às estruturas anatômicas nobres (p ≤ 0,05). Os terços médio e apical dos implantes apresentaram maior percentual de volume ósseo perimplantar dentro do padrão com 59,1% (terço médio) e 74,2% (terço apical), enquanto a face vestibular dos implantes demonstraram maior percentual fora do padrão (78,8%). Concluiu-se que a distância dos implantes dentários às estruturas anatômicas nobres preconizada na literatura foi respeitada na maior parte das avaliações realizadas; a maxila apresentou menor quantidade de tecido ósseo perimplantar em comparação com a mandíbula; o terço cervical dos implantes dentários avaliados apresentou menor quantidade de tecido ósseo perimplantar e as faces vestibulares apresentaram menor quantidade de tecido ósseo perimplantar que as faces linguais.