Mediastinite por perfuração e ruptura do esôfago torácico

OBJETIVO: Avaliar a mortalidade por mediastinite e sepse originadas por perfuração e ruptura do esôfago torácico, de acordo o tempo de evolução da doença.  MÉTODO: Estudo retrospectivo de 14 anos (1992 a 2006), com pacientes portadores de ruptura e perfuração do esôfago. Foi avaliado sexo, idade, me...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: TAVARES, Marco Antônio Franco, AZEVEDO, Ives Uchôa de, MODESTO, Alessandre Santana, JANAHÚ, Ajalce de Jesus Leão, NORMANDO JÚNIOR, Geraldo Roger, FELIZ, Allan Hebert, Esophagus/ surgery
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpa.br:2011/10210
Acceso en línea:http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10210
http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69912006000600006
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA
Esôfago - Lesões
Esôfago - Cirurgia
Esofagectomia
Perfuração esofágica
Mortalidade
Mediastinite
Esophagus/ injuries
Esophagectomy
Descripción
Sumario:OBJETIVO: Avaliar a mortalidade por mediastinite e sepse originadas por perfuração e ruptura do esôfago torácico, de acordo o tempo de evolução da doença.  MÉTODO: Estudo retrospectivo de 14 anos (1992 a 2006), com pacientes portadores de ruptura e perfuração do esôfago. Foi avaliado sexo, idade, mecanismo de lesão, evolução (< 24 horas e > 24 horas) e tratamento.  RESULTADOS: Foram analisados 44 pacientes, sendo 10 do sexo feminino (22,73%) e 34 do sexo masculino (77,27%). A variação da idade foi de dois meses a 77 anos e a média de 33,2. Os ferimentos estiveram presentes em 19 casos (43,18%): Arma branca em cinco e projétil de arma de fogo 14. A instrumentação endoscópica foi detectada em nove casos (20,45%). Nos pacientes submetidos à esofagorrafia (diagnóstico precoce, menos de 24 horas) a mortalidade esteve presente três casos (20%). Em pacientes submetidos à esofagectomia (diagnóstico tardio, mais de 24 horas) a mortalidade ocorreu em oito casos (36,36%), e essa diferença não foi estatisticamente significante (p >0,05). No tratamento conservador, a mortalidade foi em cinco de sete casos a a diferença foi estatisticamente significativa quando comparado com o tratamento cirúrgico.  CONCLUSÕES: O tratamento conservador para mediastinite por ruptura e perfuração do esôfago mostrou mortalidade alta quando comparada com tratamento cirúrgico. Entre os pacientes operados, a diferença não foi estatisticamente significante, confirmando a indicação de esofagectomia para casos de infecção avançada e a esofagorrafia para casos precoces.