Comunicação, tecnologia e longevidade
Todo ser vivo utiliza uma linguagem específica para se comunicar, da mais rudimentar a mais complexa, como a dos golfinhos e dos elefantes, por exemplo. As plantas, os insetos, os animais, todos se comunicam de alguma forma, mas nenhuma espécie registrou uma evolução tão surpreendente quanto os sere...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA) |
| Repositorio: | Repositório da METODISTA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.metodista.br:123456789/586 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/586 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Comunicação Tecnologia Longevidade Communication Technology Longevity Ciências Sociais Aplicadas |
| Sumario: | Todo ser vivo utiliza uma linguagem específica para se comunicar, da mais rudimentar a mais complexa, como a dos golfinhos e dos elefantes, por exemplo. As plantas, os insetos, os animais, todos se comunicam de alguma forma, mas nenhuma espécie registrou uma evolução tão surpreendente quanto os seres humanos. Isto porque o homo-sapiens é provido de um cérebro pensante, que lhe permite raciocinar e interferir na realidade que o cerca, bem como estabelecer formas de linguagem para comunicar suas ações através de diversos meios: figurativos, sonoros, gestuais, manuais e eletrônicos. Esta qualidade nos trouxe até os tempos atuais, onde o homem concebeu uma máquina que pensa, aprende e pode substituí-lo na realização de inúmeras tarefas. Um dispositivo que utiliza uma linguagem digital integrada a uma inteligência artificial, que possibilita a comunicação entre máquinas e seres humanos e vice-versa. A velocidade da evolução tecnológica aponta para a perspectiva de que a comunicação se materialize de forma inusitada, como por exemplo, sem a mediação de aparatos físicos. Os futuristas porém, vão além, ousam afirmar que um dia a comunicação será mental, sem intermediação de qualquer meio. Na presente dissertação, centrou-se atenção num aspecto específico do processo comunicacional, para identificar onde e como as tecnologias de comunicação podem contribuir para a qualidade de vida da população idosa, seja no relacionamento interpessoal, na socialização, no aprendizado, no entretenimento ou mesmo para suprir limitações físicas ou cognitivas. Isto porque a elevação da expectativa de vida está colocando o ser humano diante do desafio de construir e prolongar uma vivência saudável e produtiva, e neste contexto a comunicação é vital. Para atingir esse estágio contextual, construímos uma trajetória que inclui a evolução dos meios de comunicação on e off-line, o impacto das tecnologias computacionais, os avanços da ciência no estudo do funcionamento do cérebro, até chegarmos na realidade virtual e na inteligência artificial, que são inovações capazes de gerar transformações exponenciais na relação entre homens e máquinas. Os estudos sobre os impactos da ciência e da tecnologia na longevidade ganharam tamanha relevância nos últimos anos que fizeram emergir uma nova área de conhecimento denominada Gerontecnologia, que abriga também a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos e processos comunicacionais que devem contribuir decisivamente para a integração e a socialização da população idosa no Brasil e no mundo. |
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