Agressividade e violência: o que a clínica do ato nos ensina?

Esta pesquisa de mestrado tem como objetivo a investigação psicanalítica acerca do conceito de agressividade e dos apontamentos sobre a questão da violência sob o recorte da clínica do ato. Deparamos-nos, a princípio, com uma dificuldade epistemológica, uma vez que o termo agressividade e violência...

Full description

Bibliographic Details
Author: Shimabukuro, Heloisa Satsiko Devulsky
Format: master thesis
Status:Published version
Publication Date:2016
Country:Brasil
Institution:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repository:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/14697
Online Access:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/14697
Access Level:Open access
Keyword:Aggressiveness
Violence
Clinic
Acting-out
Passage to the act
Clínica
Passagem ao ato
Psicanálise
Agressividade
Violência
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::TRATAMENTO E PREVENCAO PSICOLOGICA
Description
Summary:Esta pesquisa de mestrado tem como objetivo a investigação psicanalítica acerca do conceito de agressividade e dos apontamentos sobre a questão da violência sob o recorte da clínica do ato. Deparamos-nos, a princípio, com uma dificuldade epistemológica, uma vez que o termo agressividade e violência são utilizados em diversos contextos como sinônimos, senão precariamente diferenciados. Ademais, a própria psicanálise não toma a violência como um conceito estabelecido nem por Freud, nem por Lacan. Assim, o esforço empreendido nesta pesquisa se dedica a construção rigorosa do conceito de agressividade e as pontuações freudianas e lacanianas que podem homologar a violência como tal. Para aceder a esse ponto, escolhemos trabalhar a partir de um caso clínico que foi a causa de desejo para a referida investigação. Movimentado, assim, pela clínica, encontramos nas modalidades de ato, acting-out e passagem ao ato, indicações relevantes que nos orientam nestas questões. Apresentamos, portanto, nesta dissertação de mestrado o que pudemos depreender do caso clínico, que nos ensina como a violência se vincula ao ponto mais íntimo e singular de cada um, tal qual propõe Freud (1913) a partir da escuta do inconsciente do sujeito