Cultura material e identidade étnica na arqueologia brasileira: um estudo por ocasião da discussão sobre a tradicionalidade da ocupação Kaiowá da terra indígena Sucuri’y
Neste artigo, o autor apresenta uma análise geral sobre a analogia direta entre cultura material e identidade étnica na arqueologia brasileira. Analisa de modo específico a associação entre populações portadoras da tradição Tupiguarani, assim definida na época do Programa Nacional de Pesquisas arque...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Sociedade e cultura (Goiânia, Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/1723 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/1723 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | arqueologia brasileira identidade étnica índios Kaiowá. |
| Sumario: | Neste artigo, o autor apresenta uma análise geral sobre a analogia direta entre cultura material e identidade étnica na arqueologia brasileira. Analisa de modo específico a associação entre populações portadoras da tradição Tupiguarani, assim definida na época do Programa Nacional de Pesquisas arqueológicas (Pronapa, 1965-1970), e grupos étnicos lingüisticamente ligados ao tronco tupi. Para esses grupos, tem sido atribuída uma identidade ou etnicidade genérica de “guarani”. O referido problema é discutido com mais profundidade por ocasião da apreciação de um laudo pericial sobre a terra indígena Sucuri’y, localizada no município de Maracaju, no estado de Mato Grosso do Sul. No laudo analisado, a associação entre cultura material e identidade étnica remete ao debate a respeito do direito à terra por parte de uma comunidade indígena. Durante o estudo elaborado, o autor questiona os resultados finais da perícia produzida para a justiça federal e argumenta que existem evidências que sustentam a tese de que aquela área é, de fato, tradicionalmente ocupada pelos Kaiowá, de acordo com o que determina o Artigo 231, § 1°, da Constituição Federal de 1988. |
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