Morfologia do sistema reprodutor masculino da perdiz (Rhynchotus rufescens)
A perdiz, Rhynchotus rufescens, é uma ave nativa brasileira, ainda em processo de domesticação. Devido a isso, dados relacionados a anatomia, fisiologia e ao comportamento desses animais, são de extrema importância para o conhecimento da espécie. Possui musculatura bem desenvolvida, cabeça pequena,...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/253337 |
| Acesso em linha: | https://hdl.handle.net/11449/253337 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Anatomia Animais selvagens Aves Machos Radiografia veterinária Anatomy Wild animals Birds Males Radiography |
| Resumo: | A perdiz, Rhynchotus rufescens, é uma ave nativa brasileira, ainda em processo de domesticação. Devido a isso, dados relacionados a anatomia, fisiologia e ao comportamento desses animais, são de extrema importância para o conhecimento da espécie. Possui musculatura bem desenvolvida, cabeça pequena, bico forte, longo e curvo, corpo volumoso, pernas fortes, curtas e moles e pés com três dedos, curtos e frágeis, asas bem definidas e arredondadas, cauda curta e a glândula uropigiana são vestigiais. Apresentam coloração castanha claro, salpicada de preto e branco, auxiliando na camuflagem. Essa espécie não apresenta dimorfismo sexual aparente, que permita diferenciar machos e fêmeas. Apresentam alterações morfológicas sexuais sazonais, sendo seu período reprodutivo de agosto a março. Neste estudo foram utilizados 5 machos, fornecidos pelo curso de Zootecnia da Unesp-Botucatu. Realizou-se os exames imagenológicos radiográficos nas projeções ventro-dorsal e laterais direita e esquerda. Para análise macroscópica, o animal foi posto em decúbito dorsal, com os membros afastados para estabilizar a carcaça. Realizou-se uma incisão com lâmina de bisturi nº24 longitudinal na pele, no plano sagital mediano, da região mentoniana até a cloaca, rebatendo toda pele e subcutâneo até expor a cavidade celomática, com o auxílio de uma tesoura fina/romba curva. Removeu-se então todo o conjunto de musculaturas para ter acesso aos órgãos da cavidade celomática e feito o registro com foto documentação. Nos exames de imagem foi possível somente a visualização das gônadas masculinas. Enquanto na dissecação, devido as alterações sazonais e de decomposição, nem todos os órgãos do sistema reprodutor foram visualizados. |
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