| Sumario: | Este artigo parte do pressuposto de que o estudo das práticas de ativistas da moda sustentável pode fornecer reflexões sobre as motivações e contextos que conduzem a comportamentos na relação produção-consumo mais conscientes e menos prejudiciais ao meio ambiente. Assim, o objetivo foi examinar o papel de designers brasileiras como ativistas na moda, a partir da proposta de Mazzarella, Storey & Williams (2019). Utilizando uma abordagem qualitativa, que contou com 6 entrevistas em profundidade cujos dados foram analisados a partir de análise de conteúdo (Bardin, 1977) foi possível identificar elementos que evidenciam um ativismo ainda muito tímido. Foi também, capaz de trazer elementos que permitem instigar movimentos para reposicionamento o papel do designer para a sustentabilidade como a falta de clareza e evidências de habilidades multifacetadas, postura pouco expressiva de argumentos contra cultura vigente, de robustez no desdobramento dos resultados e criação de oportunidades.
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