Recuperação da microalga Scenedesmus sp. por meio de diferentes coagulantes naturais

A coagulação-floculação pode ser usada para recuperação de microalgas, tendo em vista sua eficiência, simplicidade e custos reduzidos. Por meio da adição de coagulantes é possível desestabilizar as cargas superficiais das microalgas e recuperar sua biomassa. O uso de coagulantes químicos, como polia...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Dias, Amanda
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/28458
Acceso en línea:https://locus.ufv.br//handle/123456789/28458
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Microalga
Quitosana
Moringa oleifera
Guazuma ulmifolia
Superfícies de resposta (Estatística)
Engenharia Agrícola
Descripción
Sumario:A coagulação-floculação pode ser usada para recuperação de microalgas, tendo em vista sua eficiência, simplicidade e custos reduzidos. Por meio da adição de coagulantes é possível desestabilizar as cargas superficiais das microalgas e recuperar sua biomassa. O uso de coagulantes químicos, como poliacrilamida, podem causar contaminações ao ambiente e danos à saúde humana. Portanto, estudos com coagulantes naturais como quitosana, Moringa oleifera e Guazuma ulmifolia, são inovadores. Dessa forma, nesse trabalho objetivou-se avaliar a eficiência da separação da biomassa da microalga Scenedesmus sp. por meio da coagulação-floculação, utilizando-se poliacrilamida, quitosana, M. oleifera e G. ulmifolia, otimizando-se as condições por meio de delineamento composto central rotacional. Poliacrilamida e quitosana apresentaram eficiências superiores a 90% e 70%, respectivamente. As doses ótimas foram 13,3 mg L -1 de polímero sintético e 5 mg L -1 de quitosana, e pH ótimo de 6,5, faixa natural das microalgas. A quitosana é considerada onerosa em escala plena devido aos elevados custos de aquisição. Em relação à M. oleifera e G. ulmifolia, estudou-se dose, pH e tempo de sedimentação como variáveis independentes. Encontraram-se eficiências superiores a 70% e 60%, respectivamente. As doses ótimas obtidas foram de 80 mg L -1 de M. oleifera e 30 mg L -1 de G. ulmifolia, ambos em pH 4, e tempos de sedimentação de 30 e 3 min para M. oleifera e G. ulmifolia. Assim, esses coagulantes naturais são promissores e podem ser utilizados na coagulação-floculação para recuperação de biomassa de Scenedesmus sp., minimizando o uso de coagulantes sintéticos. Palavras-chave: Quitosana. Moringa oleifera. Guazuma ulmifolia. DCCR.