Mães atípicas: amamentação em autistas e neurodivergentes

A amamentação é uma das primeiras formas de vínculo e interação social entre mãe e bebê, sendo essencial para o desenvolvimento físico, emocional e neurológico da criança. No entanto, no contexto da neurodivergência na infância, o processo de amamentação pode apresentar desafios específicos pouco ex...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Santos, Jaime Victor Feitosa, Santos, Gabriely Alves dos, Macedo, Beatriz de Almeida Bandeira, Veríssimo, Isadora Gomes, Moraes, Raquel Alves de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Publicação Independente
Repositorio:Cadernos Cajuína
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.v3.cadernoscajuina.pro.br:article/934
Acceso en línea:https://v3.cadernoscajuina.pro.br/index.php/revista/article/view/934
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:amamentação
autismo
mães atípicas
neurodivergência
Descripción
Sumario:A amamentação é uma das primeiras formas de vínculo e interação social entre mãe e bebê, sendo essencial para o desenvolvimento físico, emocional e neurológico da criança. No entanto, no contexto da neurodivergência na infância, o processo de amamentação pode apresentar desafios específicos pouco explorados pela literatura científica. O problema de pesquisa compreendeu: quais são os principais desafios e particularidades enfrentados pelas mães na amamentação de crianças neurodivergentes, e de que forma a equipe de saúde pode contribuir para esse processo? O objetivo geral analisar os desafios e as particularidades da amamentação em crianças neurodivergentes. Trata-se de uma revisão de literatura com abordagem qualitativa, realizada por meio de buscas nas bases de dados SciELO, PubMed, Google Acadêmico e Portal CAPES, com recorte temporal entre os anos de 2019 e 2024. Foram incluídos artigos nos idiomas português, inglês e espanhol, que apresentassem discussões relevantes sobre amamentação e neurodesenvolvimento. Os resultados apontaram que mães de crianças neurodivergentes enfrentam dificuldades específicas no processo de amamentação, como alterações sensoriais, dificuldades de sucção, resistência ao toque e barreiras na comunicação. Conclui-se que há uma necessidade urgente de ampliar o olhar da saúde pública e dos profissionais para a realidade de mães atípicas, promovendo estratégias individualizadas, inclusivas e humanas no cuidado com a amamentação em contextos de Diversidade neurológica.