NA TEORIA E NA FICÇÃO: A VANGUARDA EM CLARICE LISPECTOR

O conto “Os desastres de Sofia” (1964), de Clarice Lispector, pode ser lido como metáfora ficcional da maneira como a escritora elaborou e apresentou o conceito de “Vanguarda”. Reflexões filosóficas de Walter Benjamin (1933) contêm os argumentos que Clarice, no enredo desse conto, revigora, trazendo...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Malavolta Pinho, Marília Gabriela, Marchezan, Luiz Gonzaga
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Lingüística (ANPOLL)
Repositorio:Revista da ANPOLL (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistadaanpoll.emnuvens.com.br:article/752
Acceso en línea:https://revistadaanpoll.emnuvens.com.br/revista/article/view/752
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Clarice Lispector. Walter Benjamin. Vanguarda. Modernismo
Modernidade.
Descripción
Sumario:O conto “Os desastres de Sofia” (1964), de Clarice Lispector, pode ser lido como metáfora ficcional da maneira como a escritora elaborou e apresentou o conceito de “Vanguarda”. Reflexões filosóficas de Walter Benjamin (1933) contêm os argumentos que Clarice, no enredo desse conto, revigora, trazendo em chaves modernas, vanguardistas, segundo sua concepção, o que Benjamin sancionou pelo olhar melancólico do passado. Assim, Clarice se faz notar como escritora de uma prosa (poética) conscientemente filiada à tradição da poesia brasileira moderna