Modernização agrícola e produção de grãos: um estudo sobre o potencial de contaminação do solo por defensivos agrícolas na região Oeste da Bahia.

Este trabalho tem por objetivo analisar o potencial de contaminação do solo pelo uso de defensivos agrícolas na produção de grãos da região Oeste da Bahia. Para tanto, realizou-se o cálculo do Índice de Potencial de Contaminação pelo uso de Defensivos Agrícolas – IDEF para os municípios de Barreiras...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: de Jesus Santos, Edilene
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Repositorio:Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/9239
Acceso en línea:https://periodicos2.uesb.br/ccsa/article/view/9239
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Agricultura. Agronegócio. Grãos
Agriculture. Agribusiness. Grains.
Descripción
Sumario:Este trabalho tem por objetivo analisar o potencial de contaminação do solo pelo uso de defensivos agrícolas na produção de grãos da região Oeste da Bahia. Para tanto, realizou-se o cálculo do Índice de Potencial de Contaminação pelo uso de Defensivos Agrícolas – IDEF para os municípios de Barreiras-BA, São Desidério-BA, Formosa do Rio Preto-BA e Luís Eduardo Magalhães-BA, abrangendo as culturas do milho, da soja, do algodão e do feijão. O estudo parte do entendimento de que é inevitável a expansão da produção de grãos na região Oeste sem comprometer o solo pelo uso de defensivos agrícolas. A partir dessa compreensão, a hipótese básica é de que a necessidade de expandir a produção para atender a demanda de mercado a longo prazo, levará os produtores a aumentarem a produção e a produtividade, e, como consequência, um maior consumo de defensivos agrícolas. Os resultados obtidos sugerem que a soja foi a cultura que apresentou IDEF com valor de 0,20 e a cultura do feijão o menor índice, com valor médio de 0,99. Conclui-se que o aumento da produção para atender a demanda crescente do mercado internacional e nacional, principalmente da soja, resulta num maior consumo de defensivos e, consequentemente, em um maior potencial de contaminação do solo para a região Oeste da Bahia.