O fruto proibido: imagens das fábricas recuperadas argentinas
Este trabalho tem como objetivo analisar a representação das lutas sociais no movimento das fábricas recuperadas argentinas, percebendo as dificuldades, resistência e conteúdos utópicos presentes nas películas. Esta experiência de resistência da classe trabalhadora se insere no contexto de forte cri...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2017 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFBA |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/23922 |
| Online Access: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23922 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Sociologia da Arte Documentário (cinema)-Argentina. Cinema-Argentina. Fábricas-Recuperação. Cinema-Capitalismo. Movimentos sociais. |
| Summary: | Este trabalho tem como objetivo analisar a representação das lutas sociais no movimento das fábricas recuperadas argentinas, percebendo as dificuldades, resistência e conteúdos utópicos presentes nas películas. Esta experiência de resistência da classe trabalhadora se insere no contexto de forte crise econômica do país do final dos anos 1990 e inicio dos anos 2000, marcada por perdas bruscas de postos de trabalho. As fábricas recuperadas foram a saída encontrada por alguns para se manterem trabalhando e vivendo dignamente. São estudados, através da metodologia da decupagem, dois filmes documentários: Mate y Arcilla (2003), dos grupos Ak Kraak e Alavío, representando a luta dos trabalhadores da Zanon; e Brukman Bajo Control Obrero (2003), de Carlos Pronzato, representando o cotidiano das trabalhadoras da fábrica têxtil Brukman. Nestas obras percebemos a reconstrução dos períodos turbulentos das tomadas e ocupações das fábricas, em especial o cotidiano dos trabalhadores na construção de uma nova forma de organização do trabalho, pautada na autogestão. |
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