Fisioterapia respiratória associada à pressão positiva nas vias aéreas na evolução pós-operatória da cirurgia bariátrica

Analisar volume corrente (VC), volume minuto (VM) e frequência respiratória (FR) de obesas mórbidas no pós-operatório de cirurgia bariátrica (CB), após a fisioterapia respiratória convencional (FRC) associada ou não à pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) no pré-operatório. Foram estudada...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Peixoto-Souza, Fabiana Sobral, Gallo-Silva, Bruna, Echevarria, Luciana Bernardo, Silva, Marcio Antonio Antunes, Pessoti, Elisane, Pazzianotto-Forti, Eli Maria
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Fisioterapia e Pesquisa
Idioma:português
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/47966
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/47966
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:cirurgia bariátrica
pressão positiva contínua nas vias aéreas
medidas de volume pulmonar
fisioterapia
bariatric surgery
continuous positive airway pressure
lung volume measurements
physical therapy specialty
Descrição
Resumo:Analisar volume corrente (VC), volume minuto (VM) e frequência respiratória (FR) de obesas mórbidas no pós-operatório de cirurgia bariátrica (CB), após a fisioterapia respiratória convencional (FRC) associada ou não à pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) no pré-operatório. Foram estudadas 36 mulheres, com idade de 40,1±8,41 anos, que seriam submetidas à CB por laparotomia e que realizaram FRC (exercícios respiratórios diafragmáticos, de inspirações profundas, fracionadas e associados a movimentos de membros superiores, 1 série de 10 repetições de cada exercício) por 30 dias antes da cirurgia. Após internação, 18 delas foram submetidas a 20 minutos de CPAP, 1 hora antes da indução anestésica e compuseram o grupo FRC+CPAP. As outras 18 não receberam o CPAP e compuseram o grupo FRC. Foram avaliados VM, VC e FR por meio do ventilômetro, no momento da internação e 24 horas após a realização da cirurgia. Constatou-se que as medidas de VC, VM e FR não apresentaram significância estatística quando comparados os resultados do pré e pós-operatório em ambos os grupos, bem como quando comparados os dois grupos entre si tanto no pré como no pós-operatório. Os resultados sugerem que a tanto a aplicação da FRC como a aplicação da FRC+CPAP no período pré-operatório contribui para a manutenção das variáveis respiratórias no pós-operatório. A aplicação do CPAP antes da indução anestésica não promoveu benefícios adicionais no pós-operatório de CB no que se refere aos volumes pulmonares.