Dos potes ao território: o desafio metodológico Brochadiano em dois contextos Guarani

As contribuições sistêmicas da obra de José Proença Brochado para a arqueologia brasileira (e para arqueologia dos povos falantes do tronco Tupi) foram sentidas já na década de 1980. Sobre temas como território, organização social, tecnologias, movimento e expansão, alimentação e produção, foram abe...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Milheira, Rafael Guedes, Santos, Josiel dos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/11139
Acceso en línea:http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/11139
https://doi.org/10.18224/hab.v18i2.8334
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Arqueologia Guarani
Cerâmica Guarani
Território de domínio
Descripción
Sumario:As contribuições sistêmicas da obra de José Proença Brochado para a arqueologia brasileira (e para arqueologia dos povos falantes do tronco Tupi) foram sentidas já na década de 1980. Sobre temas como território, organização social, tecnologias, movimento e expansão, alimentação e produção, foram abertas novas janelas interpretativas e abordagens metodológicas que influenciaram as novas gerações de pesquisadores e pesquisadoras. Influenciados por sua obra, apresentamos um estudo em dois contextos arqueológicos de sítios Guarani no sul do Brasil – ao sul da laguna dos Patos e no litoral sul de Santa Catarina –, pensando-os a partir de uma perspectiva sistêmica de domínio territorial. Partindo, sobretudo, dos resultados das análises de coleções cerâmicas presentes nos sítios arqueológicos, foram mobilizados parâmetros para se pensar o uso do espaço, sendo identificados locais de moradia permanente e de acampamentos temporários, que estariam articulados entre si e distribuídos dentro de um território de domínio – o teko’á.