O PARADIGMA DA ARTIFICIALIDADE E O CARÁTER LAICO DO ESTADO EM HOBBES

A questão da origem do poder político, na visão do filósofo contratualista inglês Thomas Hobbes, estabelece que o mesmo não está fundado nem vontade divina, nem na natureza, mas criado por um ato deliberado da vontade humana. Sendo criado por meio de um contrato, ou seja, uma transferência do direit...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Baptista, Ligia Pavan
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP)
Repositorio:Kínesis (Marília) - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/14924
Acceso en línea:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/14924
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hobbes
Estado
Contrato
Deus
Descripción
Sumario:A questão da origem do poder político, na visão do filósofo contratualista inglês Thomas Hobbes, estabelece que o mesmo não está fundado nem vontade divina, nem na natureza, mas criado por um ato deliberado da vontade humana. Sendo criado por meio de um contrato, ou seja, uma transferência do direito natural à liberdade e à igualdade a um representante comum, o Estado, também chamado de Leviatã, é definido pelo autor como um Deus mortal. O objetivo do presente artigo é analisar de que maneira a concepção moderna do Estado, caracterizado a partir do século XVII, está fundada tanto em seu caráter laico, quanto artificial