Filosofia, Historicidade e Transistoricidade
A crônica filosófica relata que ao tomar posse da cadeira de filosofia do Liceu de Toulouse o conhecido filósofo Jules Lachelier começou a sua aula inaugural por estas palavras: "O que é a filosofia? Não sei", palavras que provocaram a ironia de tôda a cidade provinciana. Sem dúv...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista de Ciências Sociais |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/3187 |
| Acceso en línea: | http://www.periodicos.ufc.br/revcienso/article/view/3187 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Sumario: | A crônica filosófica relata que ao tomar posse da cadeira de filosofia do Liceu de Toulouse o conhecido filósofo Jules Lachelier começou a sua aula inaugural por estas palavras: "O que é a filosofia? Não sei", palavras que provocaram a ironia de tôda a cidade provinciana. Sem dúvida, ninguém na cidade sabia responder à pergunta; mas que um ilustre doutor em filosofia, pago para ensinar esta ciência, apresentasse uma tal ignorância parecia um escândalo, um contra-senso e ridicularizava até a própria ciência filosófica. Mas, de fato, quem se mostrou mais ignorante, a platéia ou Jules Lachelier? |
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